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Presente Extraordinárias: Mulheres que revolucionaram o Brasil

Da editora

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capa, acabamentocapa, acabamento

Acabamento especial

A capa do livro tem um acabamento especial, espelhado, com efeito arco-íris. O volume vai brilhar na sua estante — literalmente.

ilustração, sônia guajajarailustração, sônia guajajara

Ilustrações coloridas

Nove artistas brasileiras retrataram as quase cinquenta mulheres que aparecem no livro: Adriana Komura, Bárbara Malagoli, Bruna Assis Brasil, Joana Lira, Helena Cintra, Laura Athayde, Lole, Veridiana Scarpelli e Yara Kono.

Ao lado, ilustração de Sônia Guajajara feita pela artista Laura Athayde.

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Abrasileiradas

Além de contar a história de dezenas de extraordinárias que nasceram no Brasil, o livro também traz o perfil de cinco “abrasileiradas” – mulheres que nasceram em outros países mas vieram para cá e mudaram nossa história: Felipa de Souza, Olga Benario Prestes, Carmen Miranda, Lina Bo Bardi e Dorothy Stang.

linha do tempolinha do tempo

Textos complementares

Ao longo dos perfis das mulheres retradas, você vai encontrar boxes que apresentam contexto histórico, trechos de canções, indicações de filmes e outros materiais para quem quiser se aprofundar no assunto. E ainda não acabou: ao final do livro, há ainda um glossário e uma linha do tempo que mostra a situação das mulheres no Brasil ao longo dos séculos.

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Acabamento especial

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Ilustrações coloridas

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Abrasileiradas

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Textos complementares

Jout Jout

“Se você é uma mulher que nasceu e viveu no Brasil e que teve que passar por tudo que você teve que passar, já pode se considerar uma mulher revolucionária. […] Se está procurando um tantinho de inspiração entre iguais, abra, leia essas vivências compiladas e veja como até nossas diferenças nos deixam ainda mais próximas.”

Sâmia Bomfim

“Extraordinárias nos apresenta mulheres protagonistas de muitas transformações e conquistas. Em um mundo onde tentam nos subjugar, suas histórias nos dão força para quebrar todos os grilhões que ainda nos prendem.”

Amelinha Teles

“A leitura de Extraordinárias confirma o compromisso de se rebelar contra o sistema patriarcal e racista que ainda nos dias de hoje nega direitos fundamentais e insiste em impor o silenciamento e a opressão de mais da metade da população brasileira.”

Conheça algumas extraordinárias

chiquinha gonzagachiquinha gonzaga

laudelina de campos melolaudelina de campos melo

dorina nowilldorina nowill

indianara siqueiraindianara siqueira

Chiquinha Gonzaga

A intérprete da alma popular brasileira

* 17/10/1847, Rio de Janeiro (RJ)

† 28/2/1935, Rio de Janeiro (RJ)

Mulher sem preconceitos de raça, gênero ou ritmo musical e que prezava pela liberdade — amorosa, financeira, de escolhas —, a pianista e compositora Chiquinha Gonzaga foi uma defensora fervorosa da República e do fim da escravidão. Graças à sua personalidade subversiva, o Brasil ganhou algumas de suas primeiras músicas populares, assim como sua primeira maestrina.

Ilustração de Veridiana Scarpelli

Laudelina de Campos Melo

Um espírito incansável

* 12/10/1904, Poços de Caldas (MG)

† 12/5/1991, Campinas (SP)

Laudelina era empregada doméstica e percebia como as questões de gênero, raça e classe afetavam sua vida e a das pessoas com quem convivia. Fundou a Associação de Empregadas Domésticas de Santos, a primeira desse tipo na história brasileira, e, mais tarde, mobilizou a classe para a realização de congressos nacionais que resultaram, na década de 1970, na regulamentação da profissão, no direito à carteira de trabalho assinada e no acesso à previdência social.

Ilustração de Laura Athayde

Dorina Nowill

A ativista dos olhos da alma

* 28/5/1919, São Paulo (SP)

† 29/8/2010, São Paulo (SP)

Em uma sociedade baseada na imagem, Dorina Nowill lutou para que as pessoas com deficiência visual tivessem autonomia para estudar e trabalhar. Criou a primeira instituição na América Latina a imprimir e distribuir livros em braille, fundação que hoje leva seu nome. Sua determinação na luta pela ampliação dos direitos dos deficientes visuais a tornaram referência no mundo inteiro.

Ilustração de Yara Kono

Indianara Siqueira

Uma ativista transformadora

* 18/5/1971, Paranaguá (PR)

Indianara Siqueira é ativista de direitos humanos, coordenadora da ONG carioca Trans-Revolução e idealizadora de projetos dedicados a pessoas em situação de vulnerabilidade. Líder da comunidade transvestigeneres, enveredou na carreira política para lutar pelo que acredita.

Ilustração de Adriana Komura

duda porto de souza, aryane cararoduda porto de souza, aryane cararo

Conheça as autoras

Duda Porto de Souza é responsável pela criação da primeira Biblioteca Multilíngue Infantil pública do Brasil, localizada em São Paulo. Jornalista, já colaborou com diversas publicações do segmento infantil. Já participou do desenvolvimento de exposições de grande público, além de atuar como consultora na criação da primeira galeria de arte de Manaus. É professora-convidada do curso de Artes Visuais do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.

Aryane Cararo é jornalista há vinte anos, com foco no universo materno e infantil, especialmente em literatura infantojuvenil. Trabalhou como editora-chefe da revista Crescer e foi editora do suplemento infantil Estadinho, além de ter colaborado com jornais e revistas diversos. Tem pós-graduação em jornalismo literário pela ABJL e mestrado em estética e história da arte pelo MAC-USP.

Editora ‏ : ‎ Seguinte; 1ª edição (31 outubro 2017)
Idioma ‏ : ‎ Português
Capa comum ‏ : ‎ 208 páginas
ISBN-10 ‏ : ‎ 8555340616
ISBN-13 ‏ : ‎ 978-8555340611
Idade de leitura ‏ : ‎ 12 anos e acima
Dimensões ‏ : ‎ 24.8 x 20 x 1.4 cm

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